FEMINICÍDIO: Mulher é morta a facadas pelo companheiro e região tem 2º caso no mesmo dia
Suspeito fugiu logo após crime contra jovem de 20 anos no Vale do Paranhana
*Alerta: Esta reportagem aborda violência contra a mulher. Se você é sensível ao tema, a matéria pode despertar gatilhos. Veja abaixo como denunciar.
Além da morte de Veridiana de Barros Alves, de 43 anos, assassinada pelo companheiro, Rudinei Vieira da Silva, 32, em Novo Hamburgo, mais um feminicídio foi descoberto nesta terça-feira (7). Esta segunda vítima, uma jovem de 20 anos, foi atingida por golpes de facada desferidos pelo companheiro, 31, em Parobé.

O crime aconteceu por volta das 11 horas na Rua São Luis, no bairro Guarani. A jovem morreu no local. O suspeito fugiu em uma Volkswagen Paraty logo após o crime, mas acabou capturado em Glorinha.
Os dois estavam juntos há cerca de seis meses, entre términos e reconciliações. Segundo a Polícia Civil, a vítima não possuía histórico de registros policiais contra o suspeito.
Até as 14h20, o local seguia isolado e o Instituto-Geral de Perícias (IGP) era aguardado.
Onde pedir ajuda em casos de violência contra a mulher
Brigada Militar – 190
Deve ser acionada imediatamente em situações de violência em andamento. Atendimento 24 horas em todo o Estado.
Polícia Civil
A vítima pode registrar ocorrência preferencialmente em uma Delegacia da Mulher ou em qualquer Delegacia de Polícia. Também é possível solicitar medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha.
Delegacia on-line
Permite o registro de ocorrência e a solicitação de medidas protetivas de urgência pela internet, sem necessidade de deslocamento.
Central de Atendimento à Mulher – Disque 180
Funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana. Recebe denúncias, orienta sobre direitos e encaminha para a rede de atendimento. A ligação pode ser anônima.
Ministério Público do Rio Grande do Sul
Atende vítimas em suas Promotorias de Justiça e oferece canais de atendimento virtual.
Defensoria Pública – 0800 644 5556
Presta orientação jurídica gratuita às vítimas.
Centros de Referência de Atendimento à Mulher
Oferecem acolhimento psicológico e social, além de orientação e encaminhamento jurídico.
